Assembleia vai abrir mão de R$ 87 milhões para ajudar o caixa do Estado e pagar a revisão anual do funcionalismo

Publicado em: 05/27/2015 - 18:08

[[{"type":"media","view_mode":"media_large","fid":"563","attributes":{"class":"media-image size-medium wp-image-5278 alignleft","typeof":"foaf:Image","style":"","width":"300","height":"200","alt":"bx-BBZ-1a-secretaria- maio de 2015-15-40-31"}}]]“Estamos fazendo a nossa parte com responsabilidade. Abrimos mão de parte do orçamento da Assembleia Legislativa para que a greve encerre e os nossos alunos possam voltar para a escola”, afirmou o 1º secretário da Casa, deputado Plauto Miró (DEM), após reunião com o governador Beto Richa, secretários e diversos parlamentares. O Legislativo vai abrir mão de R$ 87 milhões para ajudar a aliviar o caixa do Executivo e assim auxiliar no pagamento da data-base do funcionalismo. A Assembleia participou ativamente das discussões para a construção da proposta e efetivamente resolver o impasse entre o governo do Estado e os servidores, acerca da revisão anual. O objetivo, com isso, foi que a Casa pudesse mediar as negociações e chegar a um termo, assegurando o direito dos servidores e definitivamente permitir que os alunos não fossem prejudicados. O 1º secretário ressaltou ainda que foi preciso equilíbrio neste processo, buscando o entendimento entre o governo e as categorias e que o Legislativo, dentro de um diálogo aberto, está contribuindo para o entendimento. “Somos sensíveis ao direito dos servidores. Mas também estamos em alerta com a situação dos nossos alunos. Ao mesmo tempo, sabemos que o momento econômico exige esforços do Estado. A discussão precisou ser tratada tecnicamente, dentro da margem financeira que o Tesouro possa suportar o reajuste. O Legislativo tem esta preocupação também, com os dois lados, e estamos dando a nossa parcela de contribuição para encerrarmos este impasse, abrindo mão de parte do nosso orçamento”, afirmou. Na proposta, o governo pretende fazer a revisão geral anual a partir de 1 º de janeiro. Já para 2015, os valores seriam de 3,45%, equivalente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado entre os meses de maio e dezembro de 2014, em três parcelas de 1,15%, aplicadas para setembro, outubro e novembro de 2015. E em 2016 seria considerado o IPCA acumulado entre janeiro a dezembro de 2015. “Acho que conseguimos chegar a um bom termo. A proposta vai assegurar uma correção justa. Neste momento de crise, é importante que todos possam ajudar. A Assembleia do Paraná está fazendo isso”, avaliou Plauto.  

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